segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Motorista perde controle e picape destrói varanda de casa em acidente na Zona Norte de Natal

Picape destruiu varanda de casa na Zona Norte de Natal; dono do imóvel estava na varanda minutos antes do acidente — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Uma picape destruiu a varanda de uma casa, em um acidente que aconteceu no final da manhã desta segunda-feira (22) na Zona Norte de Natal. Segundo testemunhas, o motorista perdeu o controle do veículo ao desviar de um caminhão-baú. Ele acabou invadindo o terreno do imóvel, que fica às margens da avenida Moema Tinôco.

O caso aconteceu por volta das 11h20 no conjunto Gramorezinho, no bairro Pajuçara. De acordo com testemunhas, o motorista tentou evitar uma batida em um caminhão baú que passava pela avenida e desviou, porém perdeu o controle do carro e invadiu a área da casa.

Com a batida nos pilares, o telhado cedeu sobre o veículo. O motorista foi socorrido por pessoas na região e levado ao Hospital Walfredo Gurgel, na Zona Leste da capital, com ferimentos leves nos braços.

O dono do imóvel disse que sempre ficava sentado em um sofá, que estava na área e foi arrastado pelo veículo. Ele deixou o local menos de cinco minutos antes do acidente, porque foi chamado pela esposa para almoçar.

A família do motorista foi até o local para avaliar os prejuízos. De acordo com eles, a reforma deverá ser custeada por um seguro.

G1 RN

Presidente do TSE, Rosa Weber diz que não há solução pronta para as fake news


O pensamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em relação às fake news é de que não há uma solução pronta de combate a elas, mas que isso não implica em “falha” da instituição. Segundo a presidente do órgão, a ministra Rosa Weber, porém, a prática é “intolerável”.

“Nós entendemos que não houve falha alguma da Justiça Eleitoral no que tange a isso que chama de ‘fake news’”, disse a ministra em coletiva de imprensa neste domingo (20). “Todos sabemos que a desinformação é um fenômeno mundial e que se faz presente nas mais diferentes sociedades. Gostaríamos de ter uma solução pronta e, de fato, não a temos”.

A ministra ainda disse que o fato inédito destas eleições não são as notícias falsas em si, mas a forma e velocidade com que elas são disseminadas. Rosa Weber destacou as respostas rápidas do poder judiciário a queixas de propaganda irregular segundo o regimento político legal do Brasil. “Nós sabemos que há excessos que se cometem [no processo eleitoral]. Eles são todos devidamente apurados pela justiça eleitoral dentro do tempo devido”, disse.

As fake news — notícias e relatos falsos que buscam causar a desinformação no âmbito político — têm ficado cada vez mais evidentes nas eleições presidenciais de 2018. Nesta reta final do segundo turno (a votação ocorre no próximo dia 28 de outubro, domingo), os candidatos Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) foram afetados pela disseminação de informações falsas relacionadas às suas imagens — um, supostamente, atacado pelo outro, ou por grupos de apoio de ambos.

Recentemente, matéria veiculada no jornal Folha de São Paulo revelou um esquema de impulsionamento e envio de mensagens em massa por meio do WhatsApp através de empresas, o que configura crime eleitoral pela prática ser compreendida como “doação corporativa”, algo proibido pela Justiça em época de eleição.

Fonte: Canaltech

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